estamos desaparecendo
domingo, 28 de junho de 2015
O encontro de Martin Heidegger com Miró da Muribeca na beira do rio
Me flagrei assistindo aos meus pensamentos, duvidei se minha vagareza não fosse fruto da constante vontade de ausentar-se de mim mesmo. Por que? Porque ser eu é chato. Não por ser eu, mas porque ser é angustiante.
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